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A atuação do Time de Resposta Rápida no Hospital Sílvio Avidos promove melhoria nos indicadores

A excelência atrelada ao engajamento, performance da equipe e uma boa gestão, são pilares importantíssimo para uma assistência adequada ao paciente.

No planejamento estratégico da Sociedade Brasileira de Medicina Hospitalar (SOBRAMH), consta um cronograma de capacitações, cujo objetivo é preparar profissionais para que a assistência ao paciente alcance bons resultados, através de um atendimento seguro, de qualidade e humanizado.


Para evidenciar os bons resultados alcançados pelo Hospital e Maternidade Sílvio Avidos (HMSA), em Colatina, norte capixaba, o médico hospitalista e supervisor do Programa de Medicina Hospitalista, Cleber Antonio Maia Filho, apresentou como case de sucesso: a estruturação do Protocolo de Reconhecimento de Deterioração Clínica e do Time de Resposta Rápida (TRR).


Em sua apresentação, Maia, traçou a linha do tempo do Protocolo, desde os treinamentos, realizados em junho de 2021 até o lançamento do TRR, em dezembro do mesmo ano. Segundo o médico hospitalista, como pontos fortes, a equipe do TRR apresenta: planejamento assistencial; assistência multidisciplinar; empoderamento profissional; trabalho e comunicação assertiva da equipe.


“Na prática, o Time de Resposta Rápida (TRR) é formado por um grupo de profissionais que levam expertise de um atendimento de urgência qualificado para paciente que apresentam sinais de deterioração clínica. Para o adequado funcionamento desse protocolo, é de fundamental que a equipe esteja capacitada para identificação do paciente com a deterioração clínica na enfermaria o mais precoce possível”, explicou.


Segundo Maia, a integração e envolvimento da equipe técnica nos processos de capacitação para reconhecimento precoce da Deterioração Clínica foi o ponto chave para o sucesso de todo o processo. Além disso, a dinâmica de atendimento do TRR resultou em uma melhor integração entre os profissionais hospitalistas e a equipe da Emergência, que completa o time. “O protocolo permitiu uma conectividade de todos os setores do hospital, ampliando a assertividade da assistência e melhorando os indicadores assistenciais”, disse o médico hospitalista.


A atuação da SOBRAMH


A discussão das práticas assistenciais, por meio de uma reunião de alinhamento com equipe tutora da SOBRAMH faz parte da rotina da equipe do Hospital Estadual Sílvio Avidos. A estruturação do Protocolo de Reconhecimento de Deterioração Clínica do Time de Resposta Rápida (TRR) consta no escopo de trabalho dos tutores da SOBRAMH, dentro da implantação e acompanhamento do modelo de Medicina Hospitalista nos hospitais do Espírito Santo.


Segundo o consultor médico da SOBRAMH, Altemar Paigel, a estruturação de protocolos para reconhecimento precoce da deterioração clínica e estruturação de sistemática para atendimento qualificado destes casos, fazem parte da estratégia do modelo assistencial para reduzir a mortalidade nas Unidades de Internação, e consequentemente, melhorar a assistência da equipe em situações de urgência em emergência.


“O protocolo tem como objetivo final a redução de mortalidade nas enfermarias, uma vez que o reconhecimento precoce da deterioração clínica permite uma atuação mais eficaz da equipe, que permite mais agilidade e qualidade nos cuidados assistenciais, podendo evitar a piora do paciente”, afirmou.


O Hospital Estadual Sílvio Avidos participou da fase 1 da Medicina Hospitalista no Espírito Santo, que teve início em 2019. Atualmente, a unidade hospitalar permanece em uma fase de manutenção, na qual médicos e enfermeiros tutores da SOBRAMH apoiam e acompanham o desenvolvimento do projeto.


Parceria SOBRAMH e ICEPI


O trabalho que a Sociedade Brasileira de Medicina Hospitalar realiza em sete hospitais do Espírito Santo é por meio de assinatura de um termo de cooperação com o Instituto Capixaba de Ensino, Pesquisa e Inovação em Saúde (ICEPI), ligado ao governo capixaba.

A parceria entre a SOBRAMH e o Governo do Espírito Santo tem como objetivo fortalecer a estratégia do governo estadual em mudar o modelo de atenção hospitalar – com foco centrado no usuário do Sistema Único de Saúde (SUS), com assertividade nas atividades de fluxos assistenciais e institucionais.








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