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Medicina Hospitalar em Foco em Hospital Regional no Sul do País

A medicina hospitalar ganhou destaque em evento realizado no Hospital Nossa Senhora Aparecida (HSNA), na última quarta-feira (25/01), em Camaquã/RS. A repercussão da especialidade no HNSA deixou o então administrador, Antônio Omar Garcia Machado, satisfeito com os benefícios adquiridos após a implementação de médicos hospitalistas na equipe médica: "O evento celebra um ano de trabalho e de sucesso, que melhorou amplamente a gestão no HNSA. Expectativa de grande motivação após o evento." - afirma Antônio Omar.


A SOBRAMH entrevistou o administrador Antônio Omar, superintendente do Hospital Nossa Senhora Aparecida, administrado pela Fundação Assistencial e Beneficente de Camaquã (Funbeca) e membro da diretoria da Federação das Santas Casas. Acompanhe abaixo:



SOBRAMH: Qual a experiência em medicina hospitalar (MH) no HNSA?


Antônio Omar - A experiência em MH no HNSA é a de um serviço top em MH. A especialidade está consolidada no HNSA.


SOBRAMH: Quais os impactos da MH na assistência do paciente hospitalizado?


Antônio Omar - Altamente positivos. O principal indicador desses impactos é a redução do tempo médio de permanência hospitalar, com diminuição significativa nos números no período de um ano após a introdução de médicos hospitalistas.



SOBRAMH: Acredita que a MH tem espaço em hospitais do RS e do BR?


Antônio Omar - Sim, é preciso para isso, provar a eficiência e a eficácia da especialidade. Vender esse indicador.


SOBRAMH: Quais as dificuldades encontradas no HNSA para implementar a MH?


Antônio Omar - As dificuldades da MH no HNSA já foram transpostas. Atualmente a dificuldade encontra-se na implementação do co-manejo cirúrgico, pois é necessário mudar a cultura da especialidade cirúrgica. Estamos trabalhando em um projeto novo para essa área, uma reestruturação da cirurgia geral, mais atual.


SOBRAMH: Como gestor e membro da diretoria da Federação das Santas Casas, que barreiras enxerga para a expansão da MH no RS/BR?


Antônio Omar - Deve haver mais divulgação da SOBRAMH dentro das instituições, mais mídia dentro da própria federação, poucos médicos e gestores têm conhecimento do assunto.






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